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Dúvidas antes de contratar.

Meu agente precisa mesmo ser no WhatsApp?

Não. O WhatsApp é um dos canais, e é o certo quando o seu cliente já fala com você por lá. O agente também pode funcionar sem WhatsApp nenhum: num painel interno para a equipe consultar o acervo da empresa, dentro do app que você já tem, ou no seu CRM, sem interface própria.

Dá para o agente escrever no sistema que eu já uso?

É o ponto principal do serviço, e é a primeira coisa que a gente confere. Se o fornecedor do seu CRM, ERP ou sistema interno oferece integração com outros programas, o agente escreve nele. Se não oferece, a gente descobre isso antes de vender e diz o que dá para fazer, em vez de prometer integração que não existe.

Por que vocês não mostram o preço de todo projeto?

Porque ele depende do que os seus sistemas permitem. Você responde às perguntas, a gente conversa a partir delas, e o número sai por escrito na proposta. Quando o caso pede um teste real de integração, ele entra como primeira etapa paga da proposta, com o valor combinado na conversa e descontado do projeto.

Como vocês evitam que o agente invente resposta ou prometa o que não pode?

As operações com efeito no seu sistema passam por regras em código antes de serem executadas. A IA interpreta pedidos e redige respostas; validações e recusas específicas limitam o que pode fazer ou prometer. Os registros guardam as decisões e as regras aplicadas. Casos ambíguos precisam de confirmação ou encaminhamento para revisão.

Vocês constroem o produto inteiro ou só a parte de IA?

O produto inteiro, e na prática a IA costuma ser a menor parte do trabalho. O que consome tempo e decide se o negócio para de pé é o resto: separar os dados de cada cliente com teste que prova o isolamento, cobrar assinatura e bloquear quem passou da cota, e medir o custo de cada chamada paga por cliente.

Trabalham por participação no produto?

Não. Só por contrato pago, com escopo e prazo escritos. E se ainda não existe alguém disposto a pagar pelo que você quer construir, o primeiro passo não é software: é descobrir isso com o menor gasto possível. Prefiro dizer isso antes do que entregar seis meses de código para um produto que ninguém comprou.

Por que vocês não trabalham com Baileys ou Evolution em modo QR?

Porque a Meta pode bloquear um número conectado por API não oficial, e um número bloqueado pode não voltar. A economia mensal é pequena diante desse risco, então não fecha a conta. O número é o seu ativo, não o nosso.

Onde o sistema roda, e se o processo tiver dado sensível?

Por padrão, na infraestrutura gerenciada da Gomio, com container, rede e banco separados por cliente. Isso vale também para dado sensível, que muda o contrato (entra o anexo de proteção de dados), e não o servidor. Servidor exclusivo é opcional. Antes de o sistema entrar no ar, ativamos o backup diário fora do servidor e testamos a restauração. Na hospedagem gerenciada, a IA roda nas contas da Gomio, com teto de gasto por cliente, e o consumo é repassado a custo, sem margem; no pacote contábil, ele já está no preço. O número de WhatsApp e a conta da Meta ficam sempre no nome da sua empresa.

E se eu quiser hospedar na minha própria infraestrutura?

Dá, com licença de uso e um multiplicador no setup, que precifica a perda de acesso ao ambiente e o suporte às cegas. O que acontece se o contrato terminar, o nível de serviço e o tratamento de dados ficam definidos por escrito antes de começar. Nesse modo, as contas de IA podem ficar no nome da sua empresa, pagas direto aos provedores; se o consumo passar pelas contas da Gomio, tem teto e é repassado a custo, sem margem. O número de WhatsApp e a conta da Meta são sempre seus.

Quem cuida do sistema depois que ele entra no ar?

Nós, dentro da operação mensal de Agentes de IA: teste automático toda semana, custo por conversa monitorado com alerta antes de estourar, revisão mensal das instruções da IA contra as conversas reais e relatório mensal. Se o sistema foi construído por outra pessoa, a manutenção entra depois da revisão de código, sem fidelidade.